Os meus pimpolhos

A minha vida está completa! 2 filhos lindos, os meus pimpolhos! Lilypie Kids Birthday tickers Lilypie Third Birthday tickersNotes:

quarta-feira, novembro 28, 2007

Recta final

Entrámos nas 37 semanas! Nem acredito que já estamos no fim. E nem acredito que me meti novamente nesta aventura e que daqui a pouco tempo já não tenho 1 filho, mas 2. É um misto de sentimentos contraditórios. Especialmente porque sei que já não vai haver próxima vez e por isso me sinto nostálgica, mas por outro lado ansiosa por conhecer o meu bebé.
Ontem foi dia de CTG e analise do Strep. Dia 09 muda a lua. Dia 10 - toque.
Esta semana termino o trabalho. Mal posso esperar para descansar e tirar uns dias para mim e para a minha filha. Será que ela vai ter muitos ciumes?! Quando penso nisso a sério, acho que sim. Mas decidi não antecipar a preocupação. One day at a time.

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sábado, novembro 24, 2007

A prova dos 9 - dela











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domingo, novembro 18, 2007

A minha escritora

Acho que a minha princesa tem os meus genes e os da minha familia. Tanto eu, como o meu irmão e o meu pai eramos escritores, poetas amadores, aprendemos a escrever muito cedo, estávamos sempre com um lápis ou uma caneta na mão.

A I. está igual. Aprende muito rápido, já sabe as letras todas de cor, os números, e esta semana fez o nome dela pela primeira vez! A partir daí já faz o nosso nome, mama, papa, mano, vovó, etc. O nome dela faz sem qualquer ajuda, no papel, no computador ou no quadro. O resto nós vamos dizendo e ela vai escrevendo. Os números escreve até 20. Faz uns desenhos giros, copia certas coisas que vê, por isso neste aspecto acho-a prematura. Acho que não há muitos meninos da idade dela a fazer o que ela faz. E é perfeccionista, se não consegue fazer as coisas à primeira, fica chateada e manda vir connosco (como se tivéssemos culpa disso). Agora até começou a dizer algumas palavras em inglês: "hello, how are you?".

Falta só postar aqui umas fotos como prova de que não vos estou a mentir.


Está tão querida e fofa. Sempre a dizer que gosta muito de mim, que me adora... Ontem dizia-me "mamã, gosto muuuuito de ti, és linda, és a minha filha da mãe...".

Há 1 ano atrás pelo Natal, recebeu um livro que se chama "Quando me sinto feliz". Não lhe ligou nenhuma. Hoje sabe o livro todo de cor e lê-o para nós, todo decoradinho, que nos deixa de boca aberta... "quando me sinto feliz apetece-me pular de alegria... quando me sinto feliz, sou mais simpatico e amigo dos outros... são muitas as coisas que me fazem sentir feliz: estar com os amigos, fazer bolachas com a avó...".

Adora quando a levamos para a cama e lhe contamos histórias, o que nem sempre resulta bem porque acaba por espertar em vez de adormecer... agora parece que trocámos os papeis... é ela que conta histórias e nós adormecemos...

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O nosso menino

está bom e recomenda-se!
P50, 2500kg, cefálico.
A carinha dele é rechonchuda, com umas grandes bochechas, boquinha pequenina, olhos grandes e nariz batata.
Estou ansiosa por o ter cá fora e farta de estar grávida. Estas dores nas virilhas que me apanham as pernas já chateiam. Se estou muito tempo sentada, pareço uma velha a levantar-me e a coxear. Mas admito que ando mais nervosa e ansiosa que da primeira vez. Parece que, como já sei como é, me sinto mais alerta e receio que o parto se prolongue para lá das 3h que durou o primeiro parto. Como da primeira vez não levei epidural porque não pude (não havia) e no fim de contas, também não achei necessário porque suportei bem as dores, agora também não queria levar. Meti na cabeça que o parto vai ser rápido e fácil, para me ajudar a levar isto com calma e o mais leve possível. Se assim não for, paciencia, o que conta é o espirito com que se vai para o hospital. Se for positiva, é meio caminho andado para um bom parto. Assim penso eu, e assim está demonstrado que é verdade.
Até lá, tudo está preparado, tudo menos a minha princesa. Ela sabe que algo vai acontecer, que algo vai mudar, mas não sabe bem o que é, apesar de já lhe termos dito. Espero que ela aceite bem e reaja bem ao mano quando ele chegar.
Não quero ter mais bebés, por isso já me sinto meio nostálgica com a minha barriga, porque vai ser a ultima vez que a vou ver deste tamanho, mas ao mesmo tempo, sinto saudades de voltar a vestir a minha roupa, de voltar a sentir-me em forma.
Adiante... a consulta correu bem. O nosso D. está um pouco adiantado, com a média das medidas a apontarem para as 35,5 semanas. Vokltamos dia 27 para o ctg e exame do streptoccocus e se não nascer até lá, dia 10 vamos ao toque! :-S
A tensão está boa, o peso está optimo, 9 kilos ao todo que engordei. Um feito histórico, uma vez que da I. engordei 15... até recebi os parabens do médico, mas não sem antes ter culpado a "maldita azia" por isso, ao que ele discordou, dizendo "bendita azia!".

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sábado, novembro 03, 2007

Como não queremos ser o "blog" das lamentações...

... só regressamos quando estivermos melhor. Não quero tornar este blog num lugar triste. Quero que quando a minha filha for mais velha e já saiba lê-lo, goste de o ler e sorria.
Até logo!

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Madrugada no hospital

Das piores experiencias da minha vida com uma filha doente e prestes a voltar a ser mãe.
Chegámos às 00.30h e saímos às04.30h. Uma coisa destas só em sonhos (ou pesadelos). A sala de espera está mais pequena porque decidiram separar uma parte para fazer um escritório. Estava um frio enorme lá dentro (que vinha da porta da rua, sempre a abrir e a fechar). Por minha iniciativa fechei a porta para a sala de espera(também reduzida a metade). Nunca mais chamavam para a triagem. Estavam 2 meninos na sala de espera. Depois começaram a chegar mais. Chamadas, a minha princesa não parava de tossir e ainda chegou a vomitar lá dentro. Voltámos para a sala de espera. Seguiu-se mais um periodo indeterminado de tempo sem chamar, até que oiço a voz do medico que não queria que a atendesse. Há precisamente 1 ano atrás também a atendeu quando teve uma infecção respiratoria, mas parecia que não sabia bem o que estava a fazer. Desta vez foi a mesma coisa. Raio X, porque dizia que não ouvia nada de especial mas que o teupeito ia muito para dentro e até perguntou se tinhas asma. Ela não gostou nada dele. Deixou auscultar mas não deixou ver a garganta. À bruta pôs-lhe a cabeça entre as pernas e abriu-lhe a boca com aquela espátula horrorosa, que até mete mede a um de nós. A minha filha portou-se à altura, nunca se desfez. O pai foi com ela tirar o raio X, mas de resto estive sempre eu com ela lá dentro à espera. Uma espera interminável. Ela queixava-se muito da barriga também, tinha montes de gases e cocó por fazer. Até microlax fez lá. Sempre a correr no corredor e a querer brincar, mais espevitada, também chegou ao seu limite e adormeceu profundamente nos meus braços. Tivémos de voltar à sala de espera, passado 3 horas infinitas. Mais 1 hora de espera, até ir ao guiché queixar-me. Voltei lá dentro sozinha, apanhei o medico e pelos vistos tinha-se esquecido de nós. Toda a gente que lá estava e que tinha chegado a seguir já tinha ido para casa. O raio x nada acusou senão gases e cocó nos intestinos. Os pulmões estavam limpos. Resultado: xarope para a tosse e benuron, caso apareça a febre. 4 horas para isto!
Foi violento demais para mim e para ela. Não se faz. Especialmente porque tive de presenciar um caso grave lá dentro, algo que me pôs muito nervosa e fez pensar na vida. Uma menina estava internada e a piorar. Ouvi um dos medicos a dizer às enfermeiras que estava desconfiado de sepsis, o que se veio a confirmar. Uma infecção no estomago passou para o sangue. A tensão estava a baixar e a máquina de vez em quando apitava. O enfermeiro corria lá dentro à sala de internamento, onde a minha princesa infelizmente também já esteve 2 vezes. Chamaram a ambulancia para a levar para o hospital distrital, para os cuidados intensivos. A mãe estava com ela, e pelos vistos só soube nessa altura o que ela tinha. Desfez-se em lagrimas. Não largava o tlm. Não a queriam deixar ir na ambulancia. Tinha de ir a conduzir, sozinha, naquele estado de nervos. Felizmente comoveram-se e deixaram acompanhá-la. Infelizmente a ambulancia só chegou 2 horas depois... vi a menina a sair na maca, tão linda, com os olhos tão grandes e tristes. Não tenho parado de pensar nela. Como será que está. Deus queira que esteja melhor.
Nós cá estamos. Ela ainda com tosse e rouca e nós, cansados e saturados, desejando que passe.
Eu, sem forças, sem dormir, sem vontade para nada. Sem conseguir sentir alguma alegria pelo mano que aí vem. Porque sei que o trabalho que tenho agora, vai ser a dobrar daqui a 1 mês. A dobrar também, deveriam ser as minhas forças (fisicas e emocionais) e essas, estão bem abaixo do normal.

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quinta-feira, novembro 01, 2007

O que uma filha doente diz à mãe...

"mamã, eu tou doente, não venhas pro pé de mim..."
Quem quer uma tosse non-stop?! :-S
P.S. Obrigada, amigas, pelas vossas palavras, por estarem aí.

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