Noticias
ELA - tem andado praticamente todos os dias sem fralda, só se põe à noite, ou para sair ou mesmo para fazer cocó. Mas... NOVIDADE: ontem fez pela primeira vez cocó no bacio! Acho que daqui pra frente as fraldas vão ser completamente postas de lado... pelo menos até à chegada do mano/a. Está muito tagarela, diz coisas adultas, porta-se muito bem, entende tudo o que lhe dizemos, preocupa-se muito com alguem que veja triste e é muito meiguinha. Enche-nos de mimos e nós super chateados com isso... lol
O FEIJÃOZINHO - está no quentinho da barriga de "moi", cada vez maior, senti-o pela primeira vez no dia que fez 14 semanas! Dia 11 vamos à consulta e pode ser que aí consiga saber se é uma mana ou um mano. Começo a não conseguir dormir de barriga para baixo, que gosto tanto... as roupas já deixaram praticamente todas de me servir...
Enjoos: nenhuns; desejos: acho que só tenho desejos de gelados e melancia... até não chegarem os figos...
EU - Cansada, estoirada de uma semana de trabalho intensiva, que mais parece um mês inteiro. Como imaginava, o trabalho foi acumulando e estava intacto à minha espera, especialmente a facturação. No meu regresso, fui informada que teria de ter tudo feito numa semana, como se o telefone deixasse de tocar e o meu computador e os pedidos urgentes deixassem de existir... não gosto de achar que os outros têm más intenções, mas achei mesmo que foi para me fazer penar, já que fiquei "no bem bom" em casa durante 15 dias. Prometi a mim mesma que não iria andar a correr, a stressar e a dar cabo da minha cabeça, por isso, o que ficou feito, ficou feito. Mais não consigo.
Estou cada vez mais dedicada ao meu rebento e na expectativa de levar isto avante, dia a dia é uma vitoria. Aquelas 2 semanas em casa fizeram-me pensar muito, acalmar e repensar a minha maneira de viver. A primeira semana foi caótica. Deitada, contrariada, sempre a ir à casa-de-banho ver se ainda saía sangue, estava a dar cabo de mim. Esta agonia levou 1 semana. Finalmente parou e comecei a acreditar novamente e a conseguir respirar e sorrir. Parei de chatear os outros, especialmente o papá e a avó, que aturaram o meu mau-humor e as minhas lamurias. Comecei a interiorizar que não posso fazer esforços, pegar na minha I. e outros pesos. Comecei a ter fé que se viver de forma mais descontraída e feliz, posso e consigo ter aqui o meu rebento connosco em Dezembro. Estamos à tua espera!




1 Comentários:
Às 1:05 p.m. ,
Maria Lavrador disse...
Sem duvida que a chave para quase tudo na vida é a descontração, mas não será fácil para ti, principalmente com outra criança tão pequena e que de certeza ainda te pede muito colinho, mas sem duvida que vais conseguir.
O meu filhote tb anda a largar as fraldas mas ainda não pede, devagar se vai ao longe...
beijocas e boa semana
Maria Pereira
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial