DIA DA MÃE
Foi um dia especialmente aflitivo e ansioso, que começou mal me levantei.
Passo a explicar: o que eu queria aguardar até dia 16 para contar, vou contá-lo agora, porque acho que já não vale a pena adiar o que estive quase a perder.
Passo a explicar: o que eu queria aguardar até dia 16 para contar, vou contá-lo agora, porque acho que já não vale a pena adiar o que estive quase a perder.
Descobri dia 14/04 e foi um misto de emoções. Um mano para a minha princesa I.!
A cada dia que passava aumentava a minha alegria, mas também a minha preocupação ao pensar, como será educar 2?! O stress no trabalho também aumentava e eu tentava dar conta de tudo, inclusive de levar com o amuo e quase indiferença com que a avó L. me presenteou desde que soube da noticia. Ela é que cuidou da I., e agora praticamente na altura de ir para o infantário e voltar para casa, levar com "outro", foi demais! Acho que tudo isto, gerou a ameaça de aborto que tive de presente no dia da mãe. Não é uma sensação nada agradável, faz-nos desejar ser outra pessoa e não ter de passar por isto. Fui logo às urgencias, muito bem atendida por uma enfermeira e por um medico, que me disse as palavras que eu tanto queria ouvir: o bebé está bem, o coração está a bater e não houve descolamento da placenta...".
Voltei para casa com indicação de repouso e fui recebida com muitos beijos e abraços da minha filha linda e fofa e um "feliz dia da mãe!".
Etiquetas: Rebento




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