2006!
A passagem do Ano correu bem. Tivémos a amiga C. a jantar na nossa casa mais os pais dela, e como pessoas do Norte, super prendadas para os doces e grandes festas, trouxeram rabanadas, docinhos de abóbora e empadas! Eu, gulosa como sou, não podiam faltar ainda os pasteis de batata doce...Tu aguentaste até à meia-noite, e quando nos juntámos todos em frente à janela da sala para ver o fogo-de-artificio, eis que fica escuro na mesma... o fogo era todo atrás do predio da frente e por isso, tivémos de ir até ao jardim do prédio para ver alguma coisa. Mas já não consigo achar piada aos fogos... para mim são todos iguais, de ano para ano. Ainda por cima chuviscava e estava muito frio. A meia-noite passei-a contigo ao colo, a comer as passas e o papá quase a atingir-nos com a rolha da garrafa de espumante na cabeça.
A festa acabou 1 hora mais tarde, porque tu já estavas cheia de sono e quando te fui deitar, deixei-me dormir também, deixando os convidados na sala, também ensonados. A primeira noite do ano não foi das melhores, porque tossiste um bom bocado e ouvi a batucada até às 06h, altura em que comecei a ouvir também os primeiros carros do Rally-Dakar a partir.
Fomos vê-los à tardinha, mas não vimos pilotos nenhuns. Toda a gente aguardava pela Elisabete Jacinto no seu camião "Trifene" mas como nunca mais aparecia, fomos embora.




1 Comentários:
Às 10:25 p.m. ,
Anónimo disse...
Pois sabes que a Elisabete Jacinto andava á procura de uma enbalagem de Trifene. porque estava com dores, coitada.
Ainda bem que o teu marido nãó tem pontaria senão bem que vos acertava com a rolha!
Bem agarradinha à Inês parece-me uma boa forma de iniciar um novo ano.
Jinhos
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